30.12.07

Across The Universe

Fiona Apple



Rufus Wainwright



Words are flowing out like endless rain into a paper cup,
They slither wildly as they slip away across the universe
Pools of sorrow, waves of joy are drifting through my open mind,
Possessing and caressing me.
Jai guru deva, om,
Nothing's gonna change my world,
Nothing's gonna change my world.
Nothing's gonna change my world.
Nothing's gonna change my world.
Images of broken light which dance before me like a million eyes,
They call me on and on across the universe,
Thoughts meander like a restless wind inside a letter box
They tumble blindly as they make their way Across the universe
Jai guru deva, om,
Nothing's gonna change my world,
Nothing's gonna change my world.
Nothing's gonna change my world.
Nothing's gonna change my world.
Sounds of laughter shades of life are ringing
Through my opened ears inciting and inviting me
Limitless undying Love which shines around me like amillion suns,
It calls me on and on Across the universe
Jai guru deva, om,
Nothing's gonna change my world,
Nothing's gonna change my world.
Nothing's gonna change my world.
Nothing's gonna change my world.
Jai guru devaJai guru deva
Jai guru deva
Jai guru deva


The Beatles


´´Nada vai mudar o meu mundo``

hehehe...

Será?

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27.12.07

sem titulo, só inspiração

Eu fiz este poema bem bunda
Só pra te agradar
Espero que você goste
E vá tomar no seu cu.

_______________________________________

Debaixo do letreiro de neon
O velho mendigava por moedas
Tocando acordeon...

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24.12.07

O filho do homem











O mundo parou
A estrela morreu
No fundo da treva
O infante nasceu.

Nasceu num estábulo
Pequeno e singelo
Com boi e charrua
Com foice e martelo
Ao lado do infante
O homem e a mulher
Uma tal Maria
Um José qualquer.

A noite o fez negro
Fogo o avermelhou
A aurora nascente
Todo o amarelou.

O dia o fez branco
Branco como a luz
À falta de um nome
Chamou-se Jesus.

Jesus pequenino
Filho natural
Ergue-te, menino
É triste o Natal.


Vinicius de Moraes

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CORAÇÃO REBELDE














Coração que se tranca,
bate ,bate, sem parar.
Coração que é contra,
o simples ato de amar
Coração que hoje se afunda
em sentimentos profanos,
que nunca se aprofunda,
no sentimento humano.
coração moderno,
é como um vendaval,
destrói o eterno,
deixando somente o mal.

Volte, coração rebelde
em busca da sua origem,
Retorne para sua virtude,
e faça somente o bem

Darci de Oliveira

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18.12.07

Ballad of Cable Hogue

Calexico -

parece música do Leonard Cohen, mas não é:


Ballad of Cable Hogue

I live out yonder where the snakes and scorpions run
got myself a little goldmine to bank on
but one day my heart sank when I saw Madame in town
I knew her love would be the death of mine

(L'amour passait, l'amour obsolète.
Pourquoi perdre sa vie à chercher l'or d'un coeur?
Je ne me noierai pas dans ce désert mystique.
Je ferme mes comptes et je repars.)


Love is passe and love is obsolete
some spend their whole lives searching for a heart of gold
I'm tired of treading water in this desert mystique
I'm cashing in my chips before I ride

Do me a favor while I'm hanging here
Take this gold and go and hide
Don't twist too hard darlin' on your hangin' rope
(ne gigote pas chéri sur ta corde pendue)
Don't worry I'll be free in no time.

She promised me she would be there when I'd return
she didn't say she'd have a whole army there as well
she whispered, "J'taime Baby," as she fired that gun at me.
It's getting late and I'm running out of time

I should've stayed way out yonder better off with the scorpions and snakes
Every act which has no heart will be found out in the end
I'm a little late this time, cause her love
would be the death of mine, mine, all mine

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14.12.07

SOBRE O HUMOR














Faça um levantamento entre as pessoas de sucesso que você conhece e verá que 90% elas possuem permanentemente bom humor.
Ou então inverta: relacione as pessoas bem-humoradas que você conhece e verá que 90% delas são indivíduos bem-sucedidos.
É inquestionável, portanto, que um dos segredos de prosperidade profissional ou financeira é ser dotado de bom humor.
As pessoas azedas, mal-encaradas, rudes, tendem ao fracasso ou a não progredirem em seus patamares de atuação.
Isso acontece porque os mal-humorados têm dificuldade de relacionamento e trombam com o mundo exterior por falta de comunicabilidade.
Ou o mal-humorado se fecha no seu casulo carrancudo ou os outros passam a evitá-lo para não se contagiarem com seu mau humor.
E essa falta de expansão nas relações dos mal-humorados com seu meio acaba regredindo-os ou estacionando-os.
O mau humor, no entanto, é um mal que ataca todas as pessoas. Quem não acorda cheio de problemas e preocupado em solucioná-los? Quem?
Só que os bem-humorados possuem a ciência de não externar o seu mau humor, por dentro estão repletos de azedume, mas nos gestos, na face e nos sorrisos conquistam os outros com sua simpatia.
O bom humor é tão característico nas pessoas, que transmite a impressão de que é um dos que elas possuem. Muitas vezes é vocação genética, mas não raro é conduta: admiravelmente muitas pessoas se traçam o dever de serem agradáveis com os outros.
O bem humorado, acima de tudo, assim se mostra por ser paciente e tolerante. Nenhuma agressividade o derruba, ele faz de conta que nem percebeu o golpe, vai em frente com a sua tarefa de manter o clima do relacionamento em alto astral.
O bem-humorado é bondoso, quase sempre. O mal-humorado é rancoroso, quase sempre.
O mal-humorado, se não é arrogante, parece arrogante, o que lhe é fatal.
O rico bem-humorado parece aos outros pobre.
O pobre bem-humorado parece aos outros que possui muito mais do que tem.
Lula se elegeu pela primeira vez pelo mau humor e governa com bom humor.
Já Hugo Chávez conquistou o poder pelo bom humor e governa com mau humor.
Juscelino Kubitschek foi o governante mais bem-humorado de todos os tempos. Winston Churchill, anterior a ele, seguiu-lhe os passos.
Antonio Salazar, que governou Portugal por 40 anos, nunca deu um sorriso.
Já Getúlio Vargas, o ditador brasileiro, era simpático. Depois de ser ditador por 15 anos, voltou ao poder, eleito. E surgiu a marchinha de grande sucesso,autoria de Haroldo Lobo e Marino Pinto, Carnaval de 1951: “Bota o retrato do velho outra vez/bota no mesmo lugar/ o sorriso do velhinho/ faz a gente trabalhar”.
Os bem-humorados, como disse o Lupicínio, “iluminam mais as salas” do que a luz do refletor.


Paulo Santana – ZH de 08/12/2007

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