28.7.07

Seguem dois videos de duplas unidas pelo sangue, separadas pela morte e reunidas pela técnologia

Logo após a letra e aquela tradução amiga:

Joe & Julien Dassin

Et si tu n'existais pas


Et si tu n'existais pas
Dis-moi pourquoi j'existerais
Pour traîner dans un monde sans toi
Sans espoir et sans regret
Et si tu n'existais pas
J'essaierais d'inventer l'amour
Comme un peintre qui voit sous ses doigts
Naître les couleurs du jour
Et qui n'en revient pas

Et si tu n'existais pas
Dis-moi pour qui j'existerais
Des passantes endormies dans mes bras
Que je n'aimerai jamais

Et si tu n'existais pas
Je ne serais qu'un point de plus
Dans ce Monde qui vient et qui va
Je me sentirais perdu
J'aurais besoin de toi

Et si tu n'existais pas
Dis-moi comment j'existerais
Je pourrais faire semblant d'être moi
Mais je ne serais pas vrai

Et si tu n'existais pas
Je crois que je l'aurais trouvé
Le secret de la vie, le pourquoi
Simplement pour te créer
Et pour te regarder

Et si tu n'existais pas
Dis-moi pourquoi j'existerais
Pour traîner dans un monde sans toi
Sans espoir et sans regret

Et si tu n'existais pas
J'essaierais d'inventer l'amour
Comme un peintre qui voit sous ses doigt
Naître les couleurs du jour

Tradução

Se você não existisse
Diga-me por qual razão eu deveria existir?
Arrastar-me pelo mundo sem você
Sem esperanças ou pesar
E se você não existisse
Eu teria que inventar o amor
Como um pintor que vê debaixo de seus dedos
Nascer as corer de um novo dia
Que não retornará nunca

E se você não existisse
Diga-me por qual razão eu devo existir?
Das que passam adormecidas em meus braços
E que eu jamais gostarei.

E se você não existisse
Eu não seria além de sinal de mais
Neste mundo que vem e que vai
Eu me sentiria perdido
E precisaria de você

E se você não existisse
Diga-me como eu existiria?
Eu poderia fingir ser seu
Mas isso não seria real
E se você não existisse
Eu acredito que teria achado algo
O segredo da vida, porque razão
Simplesmente por acreditar
E olhar para você

Sem você nada existe
Diga-me por qual razão eu devo existir?
Arrastar-me pelo mundo sem você
Sem esperanças ou pesar
E se você não existisse
Eu tentaria inventar o amor
Como um pintor que vê debaixo de seus dedos
Nascer as corer de um novo dia
Que não retorna nunca


Natalie & Nat King Cole

Unforgattable



Unforgettable, that's what you are
Unforgettable though near or far
Like a song of love that clings to me
How the thought of you does things to me
Never before has someone been more

Unforgettable in every way
And forever more, that's how you'll stay
That's why, darling, it's incredible
That someone so unforgettable
Thinks that I am unforgettable too

No never before
has someone been more ooh

Unforgettable in every way
And forever more, that's how you'll stay
That's why, darling, it's incredible
That someone so unforgettable
Thinks that I am unforgettable too


Tradução

Inesquecível, é o que você é
Inesquecível esteja perto ou longe
Como o pensar sobre você me traz coisas
Que nunca ninguém significou tanto assim

Inesquecível de diversas maneiras
E para sempre mais é como você ficará
É por isso querida, é incrivel
Que alguém tão inesquecível
Pense que eu sou
Tão inesquecível também

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21.7.07










DELUZIR-SE

Eu não me resto
Eu não me importo
porque não presto
Um arredio que passa por um fio
Um rouxinol pego pelo anzol

Eu não me privo
Não me desato,
nem tampouco esquivo
E na penúria a fúria de um fastio
Sou o desastre que já desistiu

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Conto de Horror Urbano














Flávia aguardava pacientemente pela mutação dos sinais num dos cruzamentos da zona norte da cidade. A noite estava linda, e enquanto esperava olhando para a lua cheia, Flávia fazia dueto com Frank Sinatra, cantarolando as partes que conhecia de Fly me to the Moon.
A porta do carona se abriu.
Flávia lembrou-se com terror que esquecera de fechá-la.

- Fica quieta senão tu morre!- Ele gritou forçando uma arma em suas costelas.
Flávia pensou que iria desmaiar. Até mesmo tentou forçar um desmaio, para de alguma forma, livrar-se daquele pesadelo presente. Mas não conseguiu... Pensou então, em ter com o assaltante um argumento brilhante que o demovesse daquela crueldade terrível. Para sua frustração só conseguiu dizer o mesmo chavão:
- Leve o que quiser. Eu não vou reagir.

- É bom mesmo! – Ele respondeu.

O sinal já havia mudado, e o assaltante apertou novamente a arma nas suas costelas. Desta vez, com mais força, fazendo com que a dor latejasse em seu corpo.

- Tá esperando o quê? Tá vacilando madame. Arranca logo porra!

A cabeça de Flávia começou a entrar num espiral de pensamentos. Devo olhar para ele? Melhor não... E se passarmos por um policial? Oh Deus, me tire dessa! Como ficará meu marido se eu morrer? Será que eu vou morrer? Eu devo reagir? Para onde ele vai me levar? Será que é seqüestro?

- Vira aqui - Ele ordenou.

Flávia pôde notar que a voz do assaltante estava arrastada como um disco em 33 rotações. Era como se ele estivesse bêbado, ou então pior... Drogado. Seu algoz estava completamente chapado e aquela constatação, fez com que Flávia se inquietasse ainda mais. Todo e qualquer ato para ela naquele instante, resumia-se em sobreviver. O homem lhe deu mais algumas direções, até que Flávia notou estar perdida em sua própria cidade.
Mandou finalmente ela parar e descer do carro. A quadra era tomada por um terreno baldio, e a rua não tinha iluminação alguma. O assaltante também desceu do carro. Não devia ter mais de 18 anos de idade. Poderia muito bem ser o filho de Flávia, caso ela pudesse ter filhos...
Ele colocou a arma na cintura e puxou uma faca do bolso. Encostou o espelho da faca no rosto de Flávia e ordenou que ela entrasse no mato.
Jogou-a no chão, em cima de um arbusto espinhoso, e deitou-se por cima, limitando com seu pesado corpo qualquer movimento que ela tentasse em vão praticar. A faca, continuava a resvalar em seu rosto, e ele agora subia a blusa de Flávia. Apertou seus seios com tamanha força que ela gritou de dor.

- Fica quieta vadia - Ele sussurrou, mordendo os mamilos com os dentes.
- Pare, por favor! – Flávia suplicou.

Desabotoou a calça jeans de Flávia e num só movimento brusco, lhe tirou as calças e calcinhas. Foi com a boca de encontro a sua vagina e de repente parou...
Ele olhava incrédulo e aterrorizado para o pênis atrofiado de Flávia.

- O que é isso?- Ele gritou num choro indignado.

Flávia não pode conter uma gargalhada nervosa.
Ele traçou um risco de sangue no braço de Flávia, que já não sentia mais dor alguma. Levantou-a pelos cabelos e mandou que se vestisse. Deu-lhe um soco no nariz. Ela sentiu a cartilagem se esfacelar como casca de pão.

- Entra no carro bicha de merda! Vamos tirar dinheiro no caixa eletrônico e depois vou te matar.
Engraçado como essa informação não lhe surtiu efeito algum. Talvez ela já estivesse resignada com a morte; contravenção da vida; certeza absoluta; amiga desconhecida.
Sentou-se no carro, dessa vez, imponente e tranqüila. Afivelou o cinto.
Esperou que ele batesse a porta, e ligou o carro.
Mais uma vez, seguiu as instruções de onde ir.
Na Avenida Assis Brasil, Flávia acelerou o carro e virou bruscamente a direção, batendo de frente num poste. O assaltante alçou vôo pelo pára-brisa e estourou a cabeça em um muro de concreto.
Flávia recostou-se no volante, fechou os olhos e cantou num sussurro:

- Fly me to the moon and let me sing among the stars...

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15.7.07

Selvagem é o vento

Fugindo do lugar comum das comemorações do dia do rock, não vou postar aqui nem Beatles, nem Hendrix, nem Stones; nada de obviedades...
Também não vou ficar aqui puxando o saco do rock e falando como ele mudou minha vida e como eu sou rebelde, pois o mundo quis assim...
Rock pra mim é atitude assim como é o blues ou o samba, ou o pagode roots...
E atitude não tem ``data pra comemorar, as vezes os meus dias são de bar em bar´´.
Portanto, foda-se o rock!
Yeah!

Dá-lhe Bowie:







Wild is the Wind


Love me, love me, love me...
Say you do
Let me fly
away with you
For my love is like the wind
And wild is the wind,
Wild is the wind
Give me more than one caress
Satisfy this hungriness
Let the wind blow through your heart
For wild is the wind,
Wild is the wind
You . . .
Touch me
I hear the sound of mandolins
You . . .
Kiss me
With your kiss my life begins
You're spring to me
All things to me
Don't you know, you're life itself!
Like the leaf clings to the tree,
Oh, my darling, cling to me
For we're like creatures of the wind
And wild is the wind,
Wild is the wind
You . . .
Touch me
I hear the sound of mandolins
You . . .
Kiss me With your kiss my life begins
You're spring to me
All things to me
Don't you know, you're life itself!
Like the leaf clings to the tree,
Oh, my darling, cling to me
For we're like creatures in the wind
And wild is the wind,
Wild is the wind
Wild is the wind,
Wild is the wind
Wild is the wind

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14.7.07

Aprendendo a ser forte















Depois de algum tempo,você aprende a diferença,
a sutil diferença
entre dar a mão e acorrentar uma alma.

E você aprende que amar não significa apoiar-se,
e que companhia nem sempre significa segurança.
E começa a aprender que beijos não são contratos
e presentes não são promessas.
E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida
e os olhos adiante com a graça de um adulto,
e não com a tristeza de uma criança.
E aprende a construir todas as suas estradas hoje,
porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos,
e o futuro tem o costume de cair em meio ao vôo.

Depois de um tempo,
você aprende que até o sol queima
se você ficar exposto por muito tempo.

Portanto, plante seu jardim e decore sua alma,
em vez de esperar que alguém lhe traga flores.
E você aprende que realmente pode suportar...
Que realmente é forte e que realmente tem valor...


Veronica Shoffstall

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10.7.07

Momento Roberto Shinyashiki II




esses clipes são um saco quando agente tá de mau-humor...

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8.7.07















Brasão da Casa de Itararé

O Lobisomem


"A vida com moela é..."(escreve Lenson Ridrogues)


O PAVOR DO MENINO

O menino era taludo mas meio bocó. De maneira que o pai não estranhou quando, muito afobado, o garoto, com voz tremula, lhe disse: — Papai! Papai! Foi bom teres chegado agora! Estou morto de medo! Lá em cima, no quarto, tem um lobisomem!— Não seja bobo, menino! Que tolice é essa? Então você não sabe que lobisomem não existe? Lobisomem é só conversa fiada!— Não é papai! Quando tu bateste a campainha, ele saiu correndo e se meteu dentro do guarda-roupa. A mamãe ficou assustada e se fechou dentro do banheiro!

TREMENDA SURPRESA

0 chefe da família, homem resoluto e destemeroso, que voltava inesperadamente de uma viagem, decidiu subir as escadas, rapidamente, encontrando a sua alcova em desalinho. Abriu energicamente o guarda-roupa e recebe um impacto de surpresa. Encolhido, imóvel, cosido no fundo do móvel, estava o chefe do seu escritório, muito pálido e com a respiração suspensa:

REVOLTA E DESILUSÃO

— Bonito, seu Antônio! — balbuciou afinal, o dono da casa. E,dando à sua voz uma entonação de profunda, revolta e desilusão, prosseguiu:— Parece mentira! Custa-me crer no que vejo! Então, o senhor, que veio me bater à porta, morto de fome, sem roupa, sem dinheiro e a quem eu atendi com a melhor boa vontade proporcionando-lhe trabalho honrado, com um ordenado magnífico, dando-lhe um posto de inteira confiança no meu escritório, justamente no momento em que deveria estar trabalhando; fiscalizando os outros empregados, atento a seus deveres de chefe da firma, o senhor, aproveitando a minha ausência, o senhor vem a minha casa para assustar as crianças e a minha querida esposa? Acha que é correto esse seu procedimento? Vamos! Saia daí e vá cumprir as suas obrigações no escritório, antes que eu me zangue e lhe rebaixe o ordenado!

HUMILHAÇÃO E VERGONHA

O Sr. Antônio saiu muito humilhado do guarda-roupa, baixou a cabeça e retirou-se, profundamente envergonhado de seu mau procedimento.

LIÇÃO DE ALTA MORAL

O dono da casa, com o filho pela mão, vai, em seguida, ao banheiro, bate com força na porta e ordena à sua esposa para que abra ! A senhora transida de pavor, obedece. E, então, o marido tranqüiliza-a, explicando:— Não sejas tola! Tamanha mulher com medo de lobisomens... Não vês que era "seu" Antônio o chefe do escritório que, em vez de estar trabalhando, veio fazer essa brincadeira besta de vir assustar vocês? Também ele ouviu poucas e boas...

Moral: Em mulher ordinária e porta de lotação só batendo com força.


Barão de Itararé


Texto extraído do livro “Almanhaque 1955 – 1º Semestre”, edição fac-similar publicada por Studioma/Kraft Comunicação/Letra & Imagem – São Paulo, com a participação da Secretaria de Estado da Cultura do Estado de São Paulo, 1990, pág. 188.texto postado no sitio releituras

__________

Algumas Máximas e Mínimas do Barão, que repetimos hoje em dia sem saber que foram de sua autoria:

. De onde menos se espera, daí é que não sai nada.

. Mais vale um galo no terreiro do que dois na testa.

. Quem empresta, adeus...

. Dize-me com quem andas e eu te direi se vou contigo.

. Pobre, quando mete a mão no bolso, só tira os cinco dedos.

. Quando pobre come frango, um dos dois está doente.

. Cleptomaníaco: ladrão rico. Gatuno: cleptomaníaco pobre.

. Quem só fala dos grandes, pequeno fica.

. Viúva rica, com um olho chora e com o outro se explica.

. O voto deve ser rigorosamente secreto. Só assim , afinal, o eleitor não terá vergonha de votar no seu candidato.

. Os juros são o perfume do capital.

. Negociata é todo bom negócio para o qual não fomos convidados.

. O banco é uma instituição que empresta dinheiro à gente se a gente apresentar provas suficientes de que não precisa de dinheiro.

. Tudo seria fácil se não fossem as dificuldades.

. Sábio é o homem que chega a ter consciência da sua ignorância.

. Há seguramente um prazer em ser louco que só os loucos conhecem.

. É mais fácil sustentar dez filhos que um vício.

. A esperança é o pão sem manteiga dos desgraçados.

. Adolescência é a idade em que o garoto se recusa a acreditar que um dia ficará chato como o pai.

. Senso de humor é o sentimento que faz você rir daquilo que o deixaria louco de raiva se acontecesse com você.

. Mulher moderna calça as botas e bota as calças.

. A televisão é a maior maravilha da ciência a serviço da imbecilidade humana.

. Este mundo é redondo, mas está ficando muito chato.

. Gordo não dança se não sacode a pança

. A forca é o mais desagradável dos instrumentos de corda.

. Quem inventou o trabalho, não tinha o que fazer.

. Testamento de pobre se escreve na unha.

. Tempo é dinheiro. Vamos, então, fazer a experiência de pagar as nossas dívidas com o tempo.

. Precisa-se de uma boa datilógrafa. Se for boa mesmo, não precisa ser datilógrafa.

. O fígado faz muito mal à bebida.

. O casamento é uma tragédia em dois atos: um civil e um religioso.

. A moral dos políticos é como elevador: sobe e desce. Mas, em geral, enguiça por falta de energia, ou então não funciona definitivamente, deixando desesperados os infelizes que confiam nele.

. Com dinheiro à vista toda gente é benquista.

. Se você tem dívida, não se preocupe, porque as preocupações não pagam as dívidas. Nesse caso, o melhor é deixar que o credor se preocupe por você.

. O homem é um animal que pensa; a mulher, um animal que pensa o contrário. O homem é uma máquina que fala; a mulher é uma máquina que dá o que falar.

. O homem que se vende recebe sempre mais do que vale.

. A solidez de um negócio se mede pelo seu lucro líquido.

. Que faz o peixe, afinal?... Nada.

. A sombra do branco é igual a do preto.

. "Eu Cavo, Tu Cavas, Ele Cava, Nós Cavamos, Vós Cavais, Eles Cavam. Não é bonito, nem rima, mas é profundo...

. Tudo é relativo: o tempo que dura um minuto depende de que lado da porta do banheiro você está.

. Nunca desista do seu sonho. Se acabou numa padaria, procure em outra!

. Devo tanto que, se eu chamar alguém de "meu bem" o banco toma!

. Viva cada dia como se fosse o último. Um dia você acerta...


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Nascido Apparício Fernando de Brinkerhoff Torelly em 1895, na cidade de Rio Grande-RS e mais tarde auto-rebatizado com a divertida alcunha de O Barão de Itararé.
Iniciou sua carreira na minha cidade dormitório São Leopoldo, com o jornal "Capim Seco" o qual a cidade infelizmente ignora por completo...
Depois Apporelly passou a estudar medicina em Porto Alegre e concomitantemente escrevia poemas, versos sempre com muito bom humor (sua marca registrada)... Passa por alguns problemas de saúde e se dedica então ao jornalismo. Em 1925, muda-se para o Rio de Janeiro sob o convite de Mário Rodrigues (pai do Nelson) e começa a escrever uma coluna na primeira página do jornal "A Manhã".
Funda o jornal " A Manha". Fazia um humor inteligente sem subestimar a inteligencia alheia, inventava histórias mirabolantes e fantasticas com muita critica social. É seqüestrado e espancado por oficiais da marinha nunca identificados, depois é solto a redação e afixa uma placa na porta: "Entre sem bater".
Acaba sendo preso, junto com Hermes Lima, Eneida de Morais, Nise da Silveira, Graciliano Ramos, Olga Benário. Depois de solto é preso por diversas outras vezes, mas sempre encabeçando a lista de defensores das liberdades democráticas. Eleito pelo PC do B para a Câmara de Vereadores do Distrito Federal com o slogan "Mais leite, mais água, mas menos água no leite — Vote no Barão de Itararé".
A convite de Luiz Carlos Prestes, passa a colaborar com a "Folha do Povo". Faziam parte da equipe Carlos Drummond de Andrade, Di Cavalcanti, Jorge Amado e o jovem Sérgio Porto (posteriormente conhecido como Stanislaw Ponte Preta). No dia 27 de novembro de 1971, falece aos 76 anos de idade, Apparício Torelly vitima da esclerose.

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5.7.07

Pode até ser sexista, mas vou fazer o quê??

...eu sou chegado numa pin-up.

The Frattellis cantando Flathead

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