27.10.06



















Tem cada coisa nesta internet, não é mesmo??
Pois aqui vão 2 contos encontrados no site
Conto Erótico.

Aviso: Nem todos contos que lá figuram são aconselháveis portanto, não leve a sério, ok?


A Praia

Por: Gata da Noite

Sempre gostei de uma praia, principalmente porque adoro tomar sol ficar com aquela marquinha pequenininha do lacinho do biquini.
Adoro a cor dourada que o meu corpo fica com algumas horas de sol e principalmente porque meu desejo sexual aumenta muitissimo fico deliciosa e tarada e com varios desejos, foi assim que realizei a vontade que ja tinha a muito tempo de transar na praia.
Desci ate o litoral com meu namorado e com sua familia mas tinha que ficar com ele sozinha em algum momento para aproveitar e me deliciar em minhas fantasias sexuais, depois de alguns dias com cerco de todos os lados percebi que teria que ser na calada da noite para ter mais privacidade e resolvemos ir a praia sozinhos ja que estava chovendo ninguem iria nos acompanhar e foi assim que ele parou o carro na areia com a chuva fininha a praia deserta mas estava muito quente e meu corpo caliente.
Ele foi me beijando os meus labios carnudos aquele beijo de lingua ardente cheio de desejo descendo ate os meus seios e comecou a morder os meus bicos grandes bem devargazinho e comecei a gemer de prazer, abri as minhas pernas e com aquela mini saia bem pequenininha e a calcinha fio dental a empurrou do lado e comecou a passar o dedinho ate descer a lingua e fui me abrindo mais e mais e ficando molhadinha cheia de tesao.
Quando nao aguentava mais de calor, ele me pegou no colo me tirou do carro e me colocou em cima do capo do carro e fui ficando molhada e a minha roupa branca foi ficando cada vez mais transparente e ele me chupando cade vez mais abrindo bem minhas pernas e olhando dos lados para ver se nao tinha nenhum curioso la ele continuava mordendo minhas coxas e lambendo deliciosamente ela quando ele nao aguentou mais de tesao com seu pau duro e grosso ele enfiou tudo la dentro e eu gemi de prazer tirando e colocando deliciosamente fui tirando minha roupa ficando nua ao luar a agua escorrendo no meu corpo aquilo eu adorava e gemia tanto que nem me incomodava se alguem estivesse olhando. Ele foi metendo muito em mim tirando e colocando me chamando de tesao, de gostosa, falando que era muito macia molhadinha ate ele me colocar de novo nos seus bracos e me levar nua para umas pedras que havia ao lado me colocando de pe encostada nelas ele se abaixou e foi me chupando atras por baixo me lambendo atras bem gostoso e pedi que entrasse em mim porque meu desejo era muito grande. Foi quando ele me abriu bem e colocou por atras de pe com forca e bem duro gemendo mais alto ainda tirava e colocava novamente devargazinho e empurrando com forca varias vezes me puxava meu cabelo com forca para tras e apertava o meu seio com a outra mao foi quando comecei a gozar muito e pedi que colocasse ele na minha boca pra gozar dentro dela bem gostoso bem quentnho e fui engolindo devargazinho tudo e chupando cada vez mais ele latejava dentro da minha boca inteirinho ate nao sobrar nada. Ele adorou, foi relaxando, me beijando, pois se deliciou muito e com muito prazer ele me levou pro carro nua coloquei a roupa molhada e fomos pra casa felizes. Duro foi explicar depois para o pessoal como ficamos naquele estado molhados e amassados.......
mas adoro a conquista e seduzir e principalmente chupar muito.............


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Fazendo uma caridade!!!

Por: Robsal

Há três anos atrás fui acometido de um distúrbio neurológico que me paralizou totalmente e me levou a uma parada respiratória da qual só me safei por estar neste momento no pronto-socorro do hospital.
Graças a DEUS me recuperei após 21 dias sendo 8 em coma e hoje posso, com alegria e saudosismo recordar este período que passei no quarto do hospital. Quando recobrei a conciência, percebi que apesar de conseguir movimentar-me normalmente, ainda não tinha força suficiente para me manter de pé, o que conseguiria de acordo com os médicos conforme os dias fôssem passando.
Eu, era então, ajudado por enfermeiras e fisioterapeutas principalmente quando queria ir ao banheiro fazer as necessidades ou então, tomar banho. Para meu desespero, o tesão já se mostrava até dolorido, já que meu pau ficava duro a maior parte do tempo e, com a presença de amigos, familiares e dos próprios profissionais eu nem poderia pensar em bater uma punheta para meu alívio... Quero dizer também, que para aumentar isso tudo, as enfermeiras e as fisios eram na sua maioria, jovens e muito gostosas, sendo que algumas trajavam calças jeans brancas que exibiam as marcas das calcinhas, nem sempre brancas!!! Meu tesão só aumentava e passei a acordar pela madrugada para tentar me punhetar, o que era quase impossível, pois o distúrbio que me acometeu necessitava de constante vigilância por parte dos médicos e acompanhamento quase que full-time por parte do pessoal do hospital.
Como, toda noite a enfermeira de plantão me colocava soro com a medicação, calculei mais ou menos que teria uns 40 minutos para "viajar". Nesta noite em especial, a enfermeira era uma freira (noviça) que eu já conhecia e sabia ter vindo do Paraná, para estágio no hospital. Seu nome, Elvira. Era uma moça com um rosto muito belo e curiosamente a única ali que eu não conseguia olhar com desejo, pois estava sempre de avental muito largo, além do véu na cabeça. Nem sabia se era loura ou morena! Sabia apenas que era muito bonita, tinha 23 anos e sua voz era quase uma música. Após as visitas do dia, me foi servido o jantar e peguei no sono, quando fui acordado por Elvira me erguendo na cama para que eu tomasse a medicação noturna. "Que horas são, perguntei". Ela com aquela voz doce respondeu: "Duas horas". Tomei as pílulas e tentei voltar a dormir, quando percebi, que devido ao calor, eu estava sem coberta e o meu short não conseguia esconder o meu cacete extremamente duro, naquela secura de pelo menos quinze dias. Fiquei com cara de cú e comecei a fazer perguntas idiotas para saber se ela tinha percebido meu estado(hoje eu sei que sim, e ela parecia se divertir com meu embaraço). Resultado, é claro que o sono sumiu e após Elvira se retirar comecei a ter tesão pensando que ela tivesse visto meu pau duro. Aí, não aguentei e saquei o caralho para fora, e sem me importar em que alguém entrasse no quarto fui socando a punheta esperando gozar rápidamente. Foi quando, acendendo a luz, Elvira volta ao quarto para trazer o potássio para eu beber e, me pega com a mão na massa, quer dizer, no florestal. O flagrante foi tal, que eu não consegui ter nenhuma reação; apenas um olhando para o outro, sendo que este um estava com o caralho apontado para o teto, se punhetando e quase gozando! Apesar da surpresa, meu pau continuou impávido e eu com a mão nele! Após alguns instantes de um silêncio constrangedor ela disse:"Não fique envergonhado, isto é natural.Você é um homem com atividade sexual normal e o tempo em que você está sem esta atividade o faz sentir assim. Continue fazendo... Apenas tome cuidado com o soro em seu braço". Não acreditei no que ouvi, mas a verdade é que minha mão vagarosamente recomeçou o vai-vem como se aquilo fôsse uma ordem. Tentei ao menos cobrir com o lençol e, quando fiz o movimento o tubo do soro enrroscou no tecido e Elvira veio para me ajudar. Deu um sorriso lindo e disse: " Não quero que nada te atrapalhe neste momento... Você merece... Vai, Robson continua... Faça de conta que você está só...". Eu disse: "Não consigo, acho que tenho vergonha de você", já com o pau amolecendo. Ela caminhou até a porta, abriu e olhou o corredor. Encostou-a e voltou para dentro do quarto. Aproximou-se dizendo:"Robson, continua,vai... Eu quero ver... Faz para mim, vai... Não vem ninguém... . Sentindo minha hesitação ela levantou o lençol que me cobria e, tomando em sua mão o meu cacete duro outra vez, dizia: "Então deixa eu fazer,deixa? É muito tesão, não é?Como você gosta, rápido ou devagar?Assim tá bom?Lindo... Grande... Grosso..., nossa é enorme!" Eu já estava nas nuvens e a ponto de explodir em uma gozada que julgava iria bater no teto!!! "Não goze agora Robson. Segura um pouquinho e aproveita". A punheta que ela me fazia era espetacular!!! Nem eu mesmo conseguia um ritmo e um toque tão suave. Às vezes ela lambia a mão, molhando-a com sua saliva para que deslizasse melhor... Era uma loucura, pessoal. "Ai, acho que vou gozar, Elvira". "Não, espera um pouco,Robson". Parou a punheta por um instante e retirou o véu da cabeça, revelando sua morenice, com um corte bem curto.Ficou mais linda, ainda!"Você nã vai gozar assim". Agachou-se e pôs meu pau em sua boca e começou uma felação inesquecível ao mesmo tempo que me masturbava e me fazia carinho nos culhões com a outra mão. Eu queria acariciá-la, mas a "fiação" não me permitia muitos movimentos... Senti o gozo se aproximar e tentei tirar o pau da sua boca. Ela não deixava... Engolia o máximo que podia... Não aguentei, e explodi de uma forma que jamais havia sentido a ponto de não segurar um grito que quase acordou todo o hospital. Tenho certeza de que a quantidade de porra que coloquei naquela boca maravilhosa foi muita, como nunca antes. Só que ela engoliu tudo, tudinho... Levantando-se, colocou com cuidado o véu e apenas olhando-me e sorrindo afastou-se em direção à porta. Antes de sair, disse: "Terei um novo plantão daqui a dois dias.Continue com seus exercícios que quando eu voltar nós iremos continuar a fisioterapia. Tchau". Jamais esqueci Elvira a ponto de algumas vezes voltar ao hospital apenas para tentar reencontrá-la, o que nunca consegui, pois soube que seu estágio havia terminado na mesma época em que me fui, recuperado, e graças a ela, extremamente saciado.

21.10.06

Não Existe Amor...























Não existe amor que se constranja
Nem apelo sincero que se sinta
Sem guardá-lo na carteira
- se esbanja,
se propala numa torpe algaravia.

O amor é néscio valo,
Um rompante
Que compele a um labirinto
Sem saída
É a gota que escapa na vazante
Da paixão maior no peito apreendida.

Não existe amor sem crueldade
Ímpio, casto, confuso e distante.
Que escarra no teu rosto,
Te maltrata.
Te seduz e te apraz no mesmo instante.

Não existe amor sem desamor
Pois amor é a falta de afeto
É sentir por outro ser
Que não si mesmo
O amor que ensimesmado se esquece.

13.10.06

De almas sinceras a união sincera
























"De almas sinceras a união sincera
Nada há que impeça:
amor não é amor
Se quando encontra obstáculos se altera,
Ou se vacila ao mínimo temor.

Amor é um marco eterno, dominante,
Que encara a tempestade com bravura;
É astro que norteia a vela errante,
Cujo valor se ignora, lá na altura.

Amor não teme o tempo, muito embora
Seu alfange não poupe a mocidade;
Amor não se transforma de hora em hora,
Antes se afirma para a eternidade.

Se isso é falso, e que é falso alguém provou,
Eu não sou poeta,
e ninguém nunca amou."

William Shakespeare

8.10.06



























Borboletas Desgarradas

Já estava quase dormindo no fétido sofá da sala, quando escutei as insistentes batidas que abalavam a porta do JK.
Eu que não estava com ânimo pra nada, não me dei nem ao trabalho de levantar.

- Qui é?
- Ô Evandro! Abre esta porta!
- Tô dormindo. Volta outra hora.
- Abre logo pô! Abre que eu trouxe vinho.

Vinho... Ah, o néctar dos deuses e dos ébrios. A bebida dos extremos. Quem estava tentando entrar, realmente sabia a senha mágica. Demorei um tempo procurando as chaves que eu ainda tenho o dom de perder nesse cubículo. Dessa vez, elas estavam em cima da geladeira. Abri com certa dificuldade as trancas, ferrolhos, e girei a maçaneta. Era o Otelo, mais conhecido como Sentinela.

- Mas que demora! Pô cara, vim pra cá porque eu tive que sair de casa... Não agüentava mais aquele pessoal tentando me tirar da sarjeta.
- Sei...
- Posso entrar?

Dei um passo para trás desbloqueando a passagem. Quando passou por mim, Sentinela me alcançou o garrafão de vinho já pela metade.

- Como é? Vamos sair hoje à noite?
- Estou sem grana. Por sorte você apareceu com este vinho.
- Olha, eu tenho umas passagens de ônibus, uns trocados que peguei antes de sair de casa e... Tchãran!

Tirou a mão do bolso, e revelou a palma com dois cogumelos. Fui para a cozinha e preparei a infusão. Sorvemos rápido o líquido que desceu queimando por nossas gargantas sedentas de alucinação, êxtase, e uma fortuita sensação de bem estar.
Ficamos um tempo em silencio, permitindo ao corpo se absorver. De repente no cubo de imagem televisivo, passei a assistir a apresentadora do telejornal, nua, com seus portentosos peitos deitados sobre a mesa. Ela ditava com sua costumais seriedade, os índices da bolsa de valores. Parecia não tomar conhecimento que estava sem roupa alguma. Sentinela sentou-se no sofá e riu como se houvessem lhe contado uma anedota hilariante.

- Cara... Precisamos sair daqui! Isso vai ser interessante.

Jogamos-nos porta fora. Nem me lembro de ter fechado as trancas.
Pegamos um ônibus que nos levou por alamedas disformes de nossa própria imaginação. Os demais passageiros reprovavam nossa conversa alta e nossas atitudes extremadas com olhares inquisidores. Alternavam-se com rostos de morcego, carneiro e medusas. Uma sombra negra parecia sair da ponta de meus dedos. Tentei livrar-me dela sacudindo as mãos. Sentinela avisou cutucando minhas costelas:

- Ó Evandro, já chegamos no centro. Vamos tomar uma cerveja?

Descemos do ônibus que estava coberto de merda. Ao sair encostei meu ombro na porta e gritei:

- Puta que o pariu! Que nojo!

O motorista, um gárgula verde com grandes presas expostas para fora da boca despediu-se:

- Adeus! Cambada de maluco...

Procuramos por um bar. Enquanto eu caminhava, parecia que o asfalto distanciava-se de minhas pernas e por incrível que pareça, Sentinela me acompanhava nas alturas, segurando com força minha jaqueta. Ele apontava pra um poste de luz e dizia:

- Olha mãe! Olha, que lindo por do sol!

Deitada na calçada, uma mendiga arreganhava sua gengiva sem dentes e suplicava abrindo as pernas:

- Me comam. Me comam, por favor!

Comecei a ficar assustado... Algumas moscas farejadoras de medo sobrevoavam nossas cabeças. Finalmente encontramos um boteco aberto e entramos rápido. Lá dentro, havia apenas dois bêbados e o dono assistindo televisão. Um dos bêbados estava dormindo com um copo de pinga na mão. O outro bêbado conversava com ele sem obter respostas. O dono nos perguntou:

- O que vão querer?
Ele tinha um imenso corte aberto na testa onde dava para ver o pedaço branco de seu crânio. Sentinela pediu:
- Uma cerveja, dois copos e dois ovos.

Dentro do pote de ovos havia olhos em conserva. Não pude comer aquilo. Sentinela comeu os dois e levantou a camisa. Estava tentando passar a mão pelo umbigo. Finalmente conseguiu romper a carne que fez um estalinho nojento Puf... E ficou ali coçando o estomago.
Ficamos conversando alguma eternidade sobre coisas sem sentido, até que decidimos ir embora. Todas aquelas cenas desconexas nos angustiavam. Levantamonos derrubando tudo em volta. Garrafas, copos e pratos se espatifaram no chão. O dono rançou:

- Que merda é essa? Vão ter que pagar porra!
O bêbado que estava dormindo acordou. Ajoelhou-se e começou a lamber a cerveja do chão imundo. Os cacos de vidro cortavam sua língua deixando um rastro vermelho por onde passava. Não pude agüentar aquilo, falei pra ele parar e vomitei. O cara do bar enfureceu-se. Pegou um cassetete debaixo do balcão e me acertou nas costas. Aquilo doeu pra caralho. Saímos porta afora com o dono do boteco e os dois bêbados correndo atrás de nós. Quando alcançamos a esquina olhamos para trás, já não dava pra ver nossos perseguidores. Sentinela apontou um ônibus do outro lado da rua:

- Eu vou voltar pra casa. Não fico mais nesse hospício.

Atravessou a rua correndo e um carro que passava em alta velocidade lhe estraçalhou o corpo. Decidi que eu também tinha de voltar pra casa...
Entrei no primeiro ônibus que vi, recostei minha cabeça no vidro, fechei os olhos e tentei não ser tragado pela escuridão.
Eu gostaria que fosse ao menos uma possibilidade, todos nós sairmos ilesos daquele macabro estudo etimológico.

3.10.06


























É inevitável para quem ouve I Just Called to Say I Love You do grande Steve Maravilhoso - ou Wonder como preferirem, associar esta canção a película Dama de Vermelho dirigido e estrelado pelo hilário Gene Wilder. O filme de 1984, trata sobre as encrencas que arma um executivo (Wilder) para seduzir a modelo Charlotte interpretada por Kelly LeBrock ( a Angelina Jolie dos anos 80).
A música é extremamente chiclé, e recebeu o Oscar de melhor canção original e virando hit em qualquer churrascaria onde tenha um cantante e um tecladinho meia boca.
A seguir, a letra traduzida de :

I Just Called To Say I Love You

No New Year's day to celebrate
No chocolate covered candy hearts to give away
No first of spring
No song to sing
In fact here's just another ordinary day

No April rain
No flowers bloom
No wedding Saturday within the month of June
But what it is, is something true
Made up of these three words that I must say to you

I just called to say I love you
I just called to say how much I care
I just called to say I love you
And I mean it from the bottom of my heart

No summer's high
No warm July
No harvest moon to light one tender August night
No autumn breeze
No falling leaves
Not even time for birds to fly to southern sky
No Libra sun
No Halloween
No giving thanks to all the Christmas joy you bring
But what it is, so old so new
To fill your heart like no three words will ever do

I just called to say I love you
I just called to say how much I care
I just called to say I love you
And I mean it from the bottom of my heart

I just called to say I love you
I just called to say how much I care, I do
I just called to say I love you
And I mean it from the bottom of my heart
Of my heart,
...... of my heart


Liguei pra dizer que te amo

Sem um ano novo para celebrar
Sem cobertura de chocolate sobre o bolo
Sem primeira primavera
E musica para cantar
Na verdade é apenas um dia comum

Sem chuvas de abril
Sem flores desabrochando
Sem casamento em sábados no mês de Junho
Mas o que é isso?
Algo real
Feito destas três palavras que tenho para dizer a você

Só liguei pra dizer ``Eu te amo``
Só liguei pra dizer o quanto me importo
Só liguei pra dizer ``Eu te amo``
Digo isso do fundo de meu coração

Sem o calor do verão
Sem a umidade de Julho
Sem lua cheia para iluminar uma cálida noite de Agosto
Sem a brisa de outono
Sem folhas no chão
Nem mesmo tempo para os pássaros viajarem para os céus do sul
Sem o sol de Libra
Sem Halloween
Sem agradecimento para todos presentes de Natal que você deu
Mas o que é isso? Tão velho é tão novo
Preenche o coração como qualquer outras três palavras jamais farão

Só liguei pra dizer ``Eu te amo``
Só liguei pra dizer o quanto me importo
Só liguei pra dizer ``Eu te amo``
Digo isso do fundo de meu coração